Para entender: Madchester (parte 3)

The Stone Roses – The Stone Roses (1989)

Madchester was the dominant force in British rock during the late ’80s and early ’90s. A fusion of acid-house dance rhythms and melodic pop, Madchester was distinguished by its loping beats, psychedelic flourishes, and hooky choruses. While the song structures were familiar, the arrangements and attitude were modern, and even the retro-pop touches — namely the jangling guitars, swirling organs, and sharp pop sense — functioned as postmodern collages.(AMG)

Na série PARA ENTENDER serão postados álbuns de bandas representativas e/ou obscuras do estilo em questão, como forma de dar a conhecer ou rememorar um pouco da história da música e, especificamente, do estilo/cena/movimento tratado. Escolhemos iniciar com o que se convencionou chamar de Madchester ou baggy ou indie-dance, que teve seu auge no finalzinho dos anos 80 e início dos 90, através de bandas como Stone Roses, Happy Mondays, Inspiral Carpets, The Charlatans e outras. Outros estilos já estão programados como post-rock, slow-core, shoegaze, dreampop, post-punk, punk-rock, C86, etc, e aguardamos sugestões.

classic2stoneroses

Hoje é o dia do disco mais incenssado e importante de uma banda que pode ser considerada o ícone maior de toda a cena Madchester. Apesar de toda a arrogância (que seria imitada pelos irmãos Gallagher anos depois) da banda de Ian Brown e John Squire, ninguém tem dúvidas da qualidade do seu debut, de onde exala um frescor pop e encantamento juvenil como há muito não se ouvia. Ao somar as texturas de guitarras sixties, com a cozinha eficiente de Reni/Mani – tanto nos momentos dançantes como nos mais calmos -, e os vocais evoluídos (evoluído aqui se comparado aos primeiros singles da banda) e suaves de Brown, os mancunianos maloqueiros cometeram um dos melhores álbuns de estréia de uma banda e deram o pontapé para o que se seguiria na música britânica dali em diante, além de influenciarem muitos e ser copiados por outros tantos, não podendo deixar de citar a importância da produção de John Leckie, que conseguiu captar e transpor para o disco aquele clima de nostalgia tão agradável. Hits instantâneos: “I Wanna be Adored”, “Waterfall” e “Made of Stone”, num álbum perfeito e essencial!

PS: Deixaremos sempre que possível o link para outros blogs onde podem ser encontrados os álbuns aqui comentados, bastando clicar na capa para ser redirecionado.

+ A seguir, Happy Mondays – Pills ‘n’ Thrills and Bellyaches (1990)

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