DISCOGRAFIA COMENTADA: The Police – Outlandos d’Amour (1978)

DISCOGRAFIA COMENTADA: THE POLICE (PARTE 1)

+ Miles Copeland, irmão de David Copeland e empresário da banda, queria que se chamasse “Police Brutality”, mas acabou mudando de ideia e ficou mesmo “Outlandos d’Amour”.

Como primeiro álbum, mostra dois lados do Police: o lado mais punk e visceral do início da carreira, evidente em faixas como “Next to You” e “Peanuts”, e o lado que viria a predominar em seus trabalhos seguintes, com clara influência de reggae, como em “So Lonely”, “Roxanne”e “Can’t Stand Losing You”. Na verdade, é um álbum que toma três direções diferentes, as duas já citados e mais um terceira em que se permitem experimentar e tentar outras sonoridades, daí surge a new-wave de “Hole in My Life”, o rock direto de “Truth his Everybody”, “Be my Girl, Sally” e “Born in the 50’s”.

Sendo formada por três grandes músicos de personalidades fortes e difíceis, não tinha como ser diferente, o álbum acaba soando diversificado, mas irregular, indefinido, com cada um dando o melhor de si, é verdade, mas não chegando a alcançar o melhor que a banda poderia fazer como álbum. Apesar disso, traz canções que se tornaram clássicos: “Roxanne”, com a letra falando de prostituição e “Can’t Stand Losing You”, sobre suicídio.

+ A quem interessar possa, o link onde tem o álbum para baixar.

3 pensamentos sobre “DISCOGRAFIA COMENTADA: The Police – Outlandos d’Amour (1978)

  1. Rapaz, você comentou todas as resenhas do Police! Haja fôlego e tempo. Mas, valeu. Quanto ao Police, nunca foi realmente punk, o Strontium 90 talvez até fosse.

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  2. energia de sobra neste algo de estreia, mas, devido a formaçao musical de seus integrantes (sting professor de musica clássica, copeland baterista de banda de rock progressivo, summers roadie com larga experiencia) vai-se alguns passosa frente o punk vigente à epoca. q banda punk comporia Roxanne, I Can´t Stand Losing You, So Lonely? ao verter seu talento em função do reggae-rock, o Police criou uma vertente na musica Pop seguido por muitos depois.Pronto, agora todos os discos estao comentados!

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  3. Gosto dos primeiros discos do The Police. E tb tento sempre fugir dos hits, pq há outras músicas melhores que, infelizmente, não ficaram notórias (coisas de músicas que infestavam as rádios).

    Sim, Luciano, li seu comentário, mas, não estranhe se eu comentar pouco aqui no seu bom e informativo blog. Estou até com preguiça de digitar por conta desse calor. Mas, claro, faço questão de vir aqui.

    Aquele disco do Bat For Lashes vale por conta de algumas músicas, na soma final, eu considerei um disco mediano ou mesmo acima da média. Há sim belos arranjos em algumas canções, belo trabalho com cordas em outras, mas o disco não se segura por completo. Agora, o Odawas novo que está bonito. Ouça com atenção.

    E sim, Luciano, o mundo está muito estranho. E tenho medo de onde as coisas possam chegar. Valores que meu pai me ensinou parecem que foram perdidos. Fico triste por conta disso.

    Abraços e depois eu comento mais (caso lembre de algo).

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