Sons & Extras Sons!

Sons:

Apresentando um dos mais recentes lançamentos… SIMPLE MINDS – GRAFFITI SOUL (2009)! Talvez uns torçam o nariz, outros perguntem ou pensem ou comentem – “Álbum novo do Simple Minds?! Vale a pena? Presta?” A minha resposta é SIM!

Banda escocesa liderada pelo vocalista Jim Kerr, debutaram em 1979 (30 anos de carreira!) e estouraram com a famosíssima (hit nº. 1 na terra do Tio Sam!) música “Don’t You (Forget About Me)” que originalmente foi lançada na trilha sonora do filme “The Breakfast Club” de 1985.

A banda surgiu com uma sonoridade pós-punk com influências do glam rock (Roxy Music e The New York Dolls), utilizando ainda alguns elementos da música eletrônica dos 80’s. Conheci a banda através do seu grande hit já aqui citado, e sempre notei certa semelhança entre a mesma e o U2. A voz, a postura,…? Talvez!

Vamos ao que interessa – GRAFFITI SOUL. O álbum abre com “Moscow Underground”, cheia de climas, vocais suaves e com profundidade; um bom começo. “Rockets”, faixa seguinte, é um pop rock legal que corre solto, onde a guitarra (marcante como sempre) de Charlie Burchill brilha. A faixa é a música de trabalho (provável hit) do álbum. A terceira faixa, “Stars Will Lead The Way”, segue mantendo o nível da sonoridade do álbum, onde o refrão da guitarra é o próprio título da música. Em “Light Travels” o clima retorna com vocais carregados de efeitos, guitarra em destaque, utilizando elementos eletrônicos na medida certa.

Quando entra a voz em “Kiss & Fly”, faixa seguinte, você jura que é Bono Vox cantando. Incrível a semelhança! Esse não é um bom momento do álbum e a “bola” se mantém no meio de campo com a faixa que dá título do mesmo. Mas chegando “Blood Type O”, a banda parte pro ataque novamente: o teclado dá início a mais uma climática viagem, onde até elementos orientais são utilizados, mas discretamente. Mais uma vez a guitarra de Charlie Burchill é destaque. A essa altura, “This Is It” e a bela “Shadows & Light” garantem a “vitória”, e a banda fecha com chave de ouro com o cover de “Rockin’ In the Free World”, de Neil Young – Surpreendente!

O Simple Minds não está entre as minhas bandas prediletas, mas sempre a vi com certa simpatia. Possui bons álbuns, como “Empire And Dance! de 1980, já resenhado aqui na coluna 80 Discos; e também boas músicas como “Mandela Day”, “Promised You A Miracle” e a própria “Don’t You (Forget About Me)”. Também teu seu lado chato: alguns álbuns e alguns vocais de Jim Kerr.
Mas entre mortos e feridos, todos se salvam. Para 30 anos de carreira, que não é pra qualquer um, o Simple Minds faz bonito com Graffiti Soul.

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Extras Sons:

placebo

Aqui serei sucinto: sinto muito a falta de shows de rock para ir! Comodismo? Idade? Falta de um veículo próprio ou grana? Falta de tempo? Falta de opções? Ou todas essas faltas juntas com o comodismo e a idade? Não sei dizer exatamente! Só sei que a Bahia e especificamente Feira de Santana não ajudam.

Nunca me perdoarei por não ter ido ao show do Placebo em 2005 na Concha Acústica! PURA BOBEIRA!!!

4 pensamentos sobre “Sons & Extras Sons!

  1. Olha, confesso que fiquei curioso para ouvir o ábum por causa da tua resenha e tbm pela faixa do clipe. E o finalzinho ali concordo plenamente ;]

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