Não diga que não avisei: 2012 (2009)

Será que alguém esperava algo mais que um monte de clichês, apelo ao sentimentalismo, efeitos especiais computadorizados (e sonoros), e um monte de explicações teóricas/científicas (algumas que podem até ter fundamento e outras não, afinal quantos espectadores se preocuparão com isso?) de um filme como 2012, de Rolland Emmerich? Se esperava, encontrará uma grande decepção; se não, estarão diante de mais um filme catástrofe e todos os elementos que se tornaram comuns em filmes do gênero. Pegue a pipoca e o guaraná e prepare-se para mais de duas horas de tudo que você já viu antes com uma roupagem mais nova e um orçamento mais robusto: 260 milhões de dólares, diversos astros de Hollywood como John Cusack, Oliver Platt, Woody Harrelson, Thandie Newton, Danny Glover, numa continuação mais apocalíptica para “O Dia Depois de Amanhã” (do mesmo diretor) e o desejo desenfreado de Emmerich de acabar com o planeta. Não vá procurar qualquer profundidade no roteiro, interpretações primorosas ou algo que te faça pensar, fácil é encontrar uma piada ou uma frase de efeito enquanto o mundo tá se acabando e o velho lenga-lenga político capitaneado pelo presidente dos EUA e um bando de políticos gananciosos.

Assista e tire suas conclusões, mas não diga que não avisei.

3 pensamentos sobre “Não diga que não avisei: 2012 (2009)

  1. Bom, eu creio que o mundo nunca vai acabar, quem acaba somos nós, porem eu creio que, esse filme foi produzido pela columbia pictures que é dos illuminat’s e da mesma forma que eles anunciaram em varios filmes que em 11/9 alguma coisa iria acontecer e aconteceu mesmo, eles tb estão anunciando algo em 2012….mas quem viver ate la verá….

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  2. dizem que o mundo vai acabar em 2012 agora antes diziam que ia acabar em 2000 eu ca nao acredito nisso de o mundo acabar em 2012 acho que e uma treta

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  3. Eu, Luciano, vc não precisa nem avisar. Já sou vacinado quanto à essas enganações que se aproveitam de boatos da mídia para dar um incremento à indústria do cinema. Além disso, de uns 5 anos pra cá, não vejo mais o cinema-catástrofe. Nem sequer assisti ‘O Dia Depois de Amanhã’ que na época foi comentado com sobras.

    Acho que o cinema ainda tem ideias bacanas e muitos roteiros. Existem livros interessantes que podem emprestar a narrativa para a sétima arte, portanto, acho que o cinema ainda não precisa ficar usando dessa filão.

    Mas, claro, estou falando de mim, por minha defesa. Ainda temos um público bem fiel para este tipo de filme. E sim, para não falar de todo mal, até que os filmes antigos eu vejo. Dia desses mesmo, eu vi ‘Inferno na Torre’ (1974), porém, olha a categoria do clássico. E ali tb é o cinema-catástrofe sem se basear em premonições ou fatos na boca do povo.
    :)

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