OU NÃO?: The Villagers

Se você nunca ouviu, logo logo ouvirá falar muito dessa banda irlandesa, ou não?

Oriundos de Dublin, o The Villagers, com cerca de dois anos de formado, mostra uma trajetória um tanto meteórica, seu primeiro álbum foi indicado ao Mercury Music Prize desse ano. Lançado no primeiro semestre, “Becoming a Jackal” – tornando-se um chacal, explicitado na imagem da capa – mostra uma banda flertando com elementos acústicos (violões e pianos), com uma boa camada de folk. Conor J. O’Brien é o cara que comanda a banda, é ele que escreve as canções, acompanhado do seu inseparável violão, e as letras. Seu vocal límpido e modo de pronunciar as palavras de forma inteligível, é um dos atrativos da banda, somado às letras que falam de coisas como “visões de mortos no quarto dos fundos dançando feito crianças” (I Saw Dead), de “ser um sonhador que observa através da janela e que dança com chacais” (Becoming a Jackal), ou “ser tratado de forma diferente depois de colocar uma máscara” (Ship of Promises). O’Brien tem recebido comparações com um outro Conor, o Oberst (Bright Eyes) e Eliott Smith, de quem ele se diz fã, embora afirme que suas maiores influências são Pavement e Nina Simone. Quanto às associações com o título do álbum e o romance O Lobo da Estepe, de Hermann Hesse, o vocalista afirmou que estava viciado em Hesse durante as gravações, especificamente no romance Narciso e Goldmund.

+ Veja o vídeo de Ship of Promises, ao vivo no The Button Factory.

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