OU NÃO? Agnes Obel

Será que ainda ouviremos falar dessa cantora dinamarquesa com muito talento?

Agnes Obel faz aquele tipo de música que não agrada a todos, ou até mesmo de difícil aceitação. Pra começar, as melodias são guiadas por pianos ou por violões marcantes e são acentuadas pelos vocais (ou jogo de vocais) feitos pela cantora, determinando assim, um universo melódico intimista e nada usual, para se ouvir com atenção, perceber cada detalhe, sem muito barulho por perto. Eu sempre indico apagar as luzes e se ouvir deitado, com relaxamento total do corpo e da mente. Agnes pode figurar no rol das melhores cantoras da atualidade. E agora, com o lançamento de ‘Phillarmonics’ em 2010, essa teoria se concretiza. Tem um pouco de Joanna Newsom (na voz), e suas melodias lembram as perfeições sonoras de Marissa Nadler e Holly Miranda. ‘Riverside’ pode ser o carro-chefe do disco, apesar de não ser a abertura, ‘Brother Sparrow’ traz uma percussão simples, porém que dá nuances à melodia da canção. ‘Just So’ tem refrão para se lembrar por toda a vida, ganha alguns vocais masculinos de apoio e traz um piano em sua melhor forma. ‘Close Watch’ é outro momento de trazer satisfação ao ouvinte. Se interessa tudo o que citei aqui, não deixe de conhecer o mundo sonoro de Agnes Obel.

Mais aqui.

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