DEPECHE MODE – 101 (1989)

“101” é um registro ao vivo em áudio e vídeo/documentário da banda eletrônica marcada pelo uso significativo de sintetizadores e samples… de Essex, Inglaterra – Depeche Mode. Esse registro foi feito na turnê mundial “Concert For The Masses Tour” do álbum “Music For The Masses” (1987); a maioria das músicas do show (concerto final) no Rose Bowl, Pasadena – EUA. Das 19 faixas que compõem o álbum, sete são do “Music For The Masses”, quatro do “Black Celebration” (1986), cinco do “Some Great Reward” (1984), uma (“Everything Counts”) do “Construction Time Again” (1983) e duas que saíram somente em singles e depois na coletânea/álbum “Singles 81-85” (1985): “Shake The Disease” e “Just Can’t Get Enough”. Aqui não encontramos nenhuma faixa dos dois primeiros álbuns, “Speak & Spell” (1981) e “A Broken Frame” (1982). Com isso observamos que o DM foi uma banda que foi evoluindo aos poucos, tendo um trabalho mais consistente, já que os três primeiros são inexpressivos, a partir do quarto álbum, o já citado “Some Great Reward”. “101” de modo geral é um álbum contagiante que traz a essência da banda, um som eletrônico que muitos definem como industrial-pop, mas que de modo geral é dançante (“Behind The Wheel”, “People Are People”, etc.) e algumas vezes até romântico (“Somebody” e “The Things You Said”).

A abertura fica por conta de um instrumental de 50 segundos, o qual é faixa escondida no álbum “Music For The Masses” – “Pimpf”. A seguir temos “Behind The Wheel” e logo em seguida um dos maiores hits (o 1º mundialmente) da banda, “Strangelove”! O álbum possui grandes momentos como “Somebody” e “The Things You Said”, interpretados belamente por Martin L. Gore; além de “Stripped”, “Black Celebration”, “Never Let Me Down Again”, “Just Can’t Get Enough” e “Everything Counts” (esta última encerrando magistralmente o show com o público cantando ad infinitum). A banda como um todo (David, Martin, Alan e Fletcher) está em plena forma e totalmente em sintonia numa performance inesquecível (ver vídeo/documentário). Como canta David Gahan em “Strangelove”: amor estranho, estranhas euforias e estranhas depressões… amor estranho, assim que se comporta o meu amor!

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