SAIU DO FORNO: Cymbals – The Age Of Fracture (2014)

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No segundo trabalho do quarteto inglês Cymbals, é fácil notar o tanto de influências que o grupo acumula. Tanto da turma dos mais atuais (Hot Chip, Cut Copy, Pacific!, Midnight Juggernauts) até passando pela década de 80’s (ABC, Falco, The Human League, Bronski Beat). Estou para te falar que nem Talking Heads escapou (‘The 5%’ é um bom exemplo). Os londrinos, de uma certa forma, assimilaram muita coisa de New Wave/Post-punk Revival, contudo, esse é um disco para cair no gosto dos amantes da música eletrônica em especial (aqui temos uma sonoridade mais eletro-pop, por assim dizer). ‘The Natural World’ deve badalar muito nas pistas de dança em 2014 e ‘Erosion’ fica repercutindo no cérebro com aquela batida contagiante e o refrão grudento. O quarteto também não se esquece de momentos mais climáticos, com direito a cantar até algumas frases em francês, exemplo claro em ‘The End’. Um grupo que fez um disco com várias referências e capaz de provar que a música eletrônica tem sim (e deve ter) cérebro. Observação: não confundir com uma banda japonesa de mesmo nome.

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Veja o vídeo de ‘The Natural World’ (em 2014 já temos as danças exóticas)

3 pensamentos sobre “SAIU DO FORNO: Cymbals – The Age Of Fracture (2014)

  1. Ãngelo, dentro de tantos discos de música eletrônica que saem, esse álbum sim merece atenção por conta dessa caldeirão sonoro que ele abordou: muita coisa atual sem se esquecer do passado da música. E Mighton, eu tb, há muito tempo atrás, torcia um pouco a cara para a música eletrônica. Porém, com o tempo, fui gostando e me deparei com muita coisa legal. E o trabalho do Cymbals ficou bacana por trazer coisa do rock tb, como o próprio Talking Heads em canções como ‘The 5%’. Obrigado pelos comentários de vcs.

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  2. Concordo com o Ângelo sobre a resenha.
    Não curto muito essas vertentes eletrônicas, mas tenho lá minhas raras exceções.
    O som remete mesmo às décadas passadas.
    O freakdance e o vídeo são bem legais.

    salut

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  3. Gostei do álbum Eduardo e já acho um dos melhores deste início de 2014. Resenha bacana, enxuta, direta e eficiente!

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