JOGOS: Borderlands:The Pre-Sequel (2014)

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Primeiramente, é preciso dar algum mérito à 2K Australia/Gearbox Software. Tudo porque tais produtoras confiaram o novo jogo da franquia Borderlands apenas aos consoles da geração anterior, neste caso o PS3 e o Xbox 360 (o PC também ganhou sua versão). Nada nos novos e tão comentados consoles da nova geração? PS4 ou Xbox One? Não. Enquanto outras empresas lançaram jogos remasterizados (‘The Last Of Us’ e ‘Tomb Raider’) ou jogos já conhecidos e remoídos do público (‘Grand Theft Auto V’) para os famigerados videogames novos, a 2K manteve uma franquia de sucesso sem fazer com que o jogador desfaça de seu surrado e valente videogame.

‘Borderlands: The Pre-Sequel’, como o próprio nome sugere, cita os fatos que ocorreram entre o primeiro e o segundo jogo. Foca em parte no personagem Handsome Jack, o vilão que rege a trama da excelente segunda parte. Quatro novos personagens serão jogáveis, e entre eles, está o simpático robozinho Claptrap (que era um NPC nos jogos anteriores). Engraçado que quase nada de mudanças ocorreram. O HUD continua igual, sobretudo para quem é familiarizado com a franquia. A árvore de habilidades conforme vamos adquirindo experiência é praticamente a mesma. O jeito irônico, despojado e debochado está ali. As armas insanas e as inúmeras side missions não podiam ter ficado de fora. Não espere muita coisa.

O que chega de novidade e que em parte ajuda na jogabilidade e na estratégia do jogo, além de acentuar mais o controle da sobrevivência do personagem, é a presença de oxigênio que nos faz ficar atentos mais na questão da sobrevivência. Aqui aparecem também os jump pads, um novo recurso que nos possibilita alcançar lugares mais altos ou até mesmo armar uma estratégia para cima dos adversários.

Verdade seja dita, o mais importante do jogo permaneceu. O belo gráfico em cel-shading, um jogo que não te rouba muito de seu HD (menos que 6 Gb para instalar? Bom demais), o fator exploração que faz o jogador mais’ scavenger’ vasculhar avidamente os cenários, o jeito cartunesco que envolve a trama. Com uma história que deve render aí algumas boas horas (e ainda temos as missões secundárias), 5 personagens para se jogar e novamente a boa junção entre FPS e RPG, ‘Borderlands: The Pre-Sequel’ consegue sim deixar o jogador absorto em seu console antigo, e nem preocupado em adquirir a geração nova de consoles. Explorar os caminhos da lua de Elpis é tão legal quanto foi em terra firme de Pandora. Aproveite.

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